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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Seis pessoas separam você de qualquer outra

SÃO PAULO - Estudo da Microsoft feito com contatos do MSN mostra que em 6 contatos um usuário se conecta a qualquer outro.

Uma análise feita por dois pesquisadores a pedido da Microsoft analisou 30 bilhões de conversas eletrônicas feitas pelo comunicador MSN. Os pesquisadores usaram um universo de 180 milhões de usuários para realizar a pesquisa.

A idéia era descobrir a partir de quantas conexões uma pessoa qualquer pode chegar até outra pessoa qualquer. Assim, um usuário de São Paulo (A) era comparado a outro, da Índia (B), por exemplo. A pesquisa tentava achar quantas conexões eram necessárias para juntar A e B.


Na média, o estudo concluiu que 6,6 contatos separam uma pessoa de outra. Assim, um amigo do amigo do amigo, até seis ou sete níveis, te colocaria em contato com qualquer outra pessoa.

A teoria dos “seis níveis de separação” é uma história antiga, nunca confirmada, e por várias vezes defendida pelo ator americano Kevin Bacon. O ator afirma, há muitos anos, que todos os atores do planeta podem se conectar, em média, consultando até seis amigos.


Os pesquisadores Eric Horvitz e Jure Leskovec, que conduziram o estudo, disseram ao jornal Washington Post que se surpreenderam com o resultado do estudo. Horvitz e Leskovec contam que, inicialmente, achavam a teoria exagerada e que, na prática, não existiria contatos unindo muitas pessoas que não se conhecem. O cruzamento de diálogos no MSN, no entanto, mostrou o contrário.


fonte:http://info.abril.com.br/aberto/infonews/082008/04082008-34.shl

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

China terá roda-gigante mais alta do mundo sobre arranha-céu

Será inaugurada em 1º de setembro a roda-gigante mais alta do mundo, localizada no terraço de um arranha-céu na cidade de Cantão, no sul da China.

Como informou nesta quarta-feira o jornal local New Express Daily, a atração fica a 450 metros de altura, no teto da Torre Guangzhou, e é composta por 16 cabines com capacidade para seis pessoas cada uma.

O passeio, que dura em média 20 minutos, oferece uma vista privilegiada da cidade.

A roda-gigante, inclinada em 15 graus em um dos seus lados, está preparada para resistir terremotos de 8 graus na escala Richter e tufões de nível 12, de acordo com o jornal.

Para dar uma volta na roda-gigante chinesa, o visitante pagará US$ 20

fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/inacreditavel/2011/08/24/282767-china-tera-roda-gigante-mais-alta-do-mundo-sobre-arranha-ceu

terça-feira, 14 de junho de 2011

8 drogas ilegais que já foram (ou ainda são) prescrição médica

A proibição e restrição ao uso de drogas não tem nem 100 anos no Brasil. A primeira lei que tentou controlar o uso de alguma substância foi formulada em 1921 após pressões internacionais em uma convenção em 1911. O mais estranho é ver que drogas muito pesadas e altamente viciantes não eram apenas permitidas: elas eram recomendadas pelos médicos para tratar doenças comuns.

Ópio
Extraído da semente de papoula, tem cor marrom e é fumado em um cachimbo ou mascado. Causa euforia breve, seguida de torpor com alucinações. É dele que é extraída a morfina – utilizada ainda hoje na medicina como anestésico e potente remédio contra a dor. Seus usuários emagrecem e ficam amarelados, além de perderem capacidades intelectuais e físicas. Não é uma droga muito difundida no Brasil – ainda bem, pois seus viciados podem realmente morrer de abstinência se ficarem sem ópio por mais de 12 horas. Proibido no Brasil durante a primeira leva de leis antidrogas, em 1921.

Heroína
Derivada do ópio, foi sintetizada no final do século XIX para ser uma alternativa não-viciante para a morfina, como tratamento para dor e para tosse de crianças (!) . Seu uso preferencial é intravenoso, pois o efeito ocorre mais rapidamente – e mais devastador. Ela causa efeitos similares ao ópio, como euforia, conforto e sonolência. O seu uso constante pode causar surdez, cegueira e inflamações nas válvulas cardíacas. Metabolizada no fígado, ela pode afetar inclusive os filhos de consumidoras, por ultrapassar a placenta das grávidas. Estas crianças nascem com deformidades e já são super dependentes da droga desde o berço. Ironicamente, descobriu-se mais tarde que ela era ainda mais viciante que morfina e foi proibida no Brasil em 1921.

Cocaína
A folha de coca é a planta divina dos Incas (império précolombiano que dominava o oeste da América do Sul). Em sua forma natural, não causa dependência, é legalizada e amplamente utilizada na Bolívia e Peru, onde inclusive é considerada necessária à sobrevivência em altitude por facilitar a absorção de oxigênio pelo pulmão no ar rarefeito.
Já a cocaína, sintetizada a partir da folha de coca, é proibida nestes países assim como no resto do mundo. Vendida em pó, é geralmente aspirada. Seus efeitos principais são: euforia, diminuição da fadiga, insônia e falta de apetite. Devido à presença de dopamina, é uma droga altamente viciante. O desenvolvimento de tolerância à ela faz com que o usuário sinta efeitos negativos ao consumir pequenas doses de cocaína, como paranoia e agressividade. Seu uso pode causar necrose nas vias nasais e, se consumida em excesso, pode levar à overdose e à morte.
No começo do século XX a cocaína era vendida nas farmácias como tônico e analgésico. A Coca-Cola era basicamente um xarope de coca até 1903, quando os fabricantes, preocupados com os riscos de dependência, a retiraram da fórmula e a sustituíram por cafeína (também estimulante e viciante, mas em menor grau). Em 1914, a cocaína foi proibida nos EUA e mais tarde, em 1921, no Brasil.


LSD
O ácido lisérgico, comummente chamado de “doce”, é uma das drogas mais alucinógenas que existem. Sintetizado pela primeira vez em 1938 a partir de um fungo, seus efeitos só foram descobertos em 1943 por acidente. Sob o nome de Delysid, foi utilizado no tratamento de esquizofrenia, disfunções sexuais e alcoolismo, com a chamada psicoterapia psicodélica, até meados de 1970. Ainda que não cause dependência física, o LSD pode causar dependência psicológica, por ser uma substância que amplifica as emoções do usuário, sejam essas positivas ou negativas.

Ecstasy
A patente do ecstasy remonta a 1912, para uso militar (pois diminui a fome e o sono) mas ele foi esquecido até meados da década de 1960, quando um professor estadunidense começou a utiliza-lo em psicoterapias. Com o tempo, seu uso se ampliou para melhorar o ânimo e o desejo sexual. Comercializado em forma de pílula, também é chamado de “bala” no Brasil. Ele causa euforia, sensação de bem-estar, aumento da percepção sensorial e grande perda de líquidos. Entre 1999 e 2004, mais de 250 pessoas morreram no Reino Unido depois de tomar bala, por superaquecimento, falha no coração ou beber muita ou pouca água. Com o uso constante, o ecstasy pode levar à perda de eficácia do cérebro e a perda de memória.

GHB
Também conhecido como uma das drogas do “Boa Noite Cinderela”, o GHB foi sintetizado em laboratório na década de 1930 e utilizado como hipnótico e anestésico a partir da década de 1960. Mais tarde, percebeu-se que pessoas mal intencionadas estavam utilizando-o para estuprar e roubar, pois a droga causa perda de controle, relaxamento muscular e desorientação ao usuário. Foi proibido na década de 1990. No Brasil, porém, é ainda utilizado em raros casos de distúrbios do sono e epilepsia.

Metanfetamina
Criada por um químico japonês em 1893, a tina (ou cristal meta) começou a ser utilizada no começo do século XX no tratamento de epilepsia, alcoolismo, obesidade mórbida, deficit de atenção, depressão e até alergias. Rapidamente, porém, notou-se seu alto potencial viciante e foi proibida. Vendida na forma de cristais, estes podem ser fumados ou esmagados até virar pó. Em forma de pó, pode ser cheirado ou misturado com água e injetado. Causa euforia, dimiui o apetite, intensifica emoções, entre outras sensações. Em pouco tempo o usuário precisa aumentar a dose para sentir seus efeitos. Ela também desperta comportamento psicótico e violento devido aos danos que ela causa ao sistema nervoso central e pode desencadear psicoses e problemas de saúde graves e permanentes.

Maconha
Considerada a mais leve das drogas ilegais e a mais consumida no mundo. Consiste em folhas e flores secas de Cannabis fumadas em cigarros ou cachimbos. A droga pode ter efeito tanto entorpecente quanto estimulante e já foi utilizada como “soro da verdade” por uma agência governamental nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial (!). No Brasil, ela era vendida com o nome de Cigarros Índios, indicados para asma, tosse, rouquidão e insônia.
Proibida em nosso país a partir de 1930, ainda há discussões da necessidade de sua legalização. Na Holanda, é possível comprá-la legalmente em locais destinados a este fim e o governo dos EUA a distribui de graça estritamente para uso medicinal (tratamento de glaucoma, náuseas, vômitos e analgesia em geral).


fonte: super interessante

quarta-feira, 8 de junho de 2011

porque vermelho para sair da maternidade

O vermelho foi a primeira cor que o homem nomeou.

No mundo inteiro o vermelho é uma cor popular tanto para homens como para mulheres.

Na idade média apenas as cores puras eram consideradas bonitas. “Cores puras” neste caso quer dizer que as cores deveriam ser saturadas, sem nenhum adição de branco ou preto. Por exemplo: verde era considerada uma cor para a high society da época: o azul era elegante, mas apenas quando era o azul brilhante, tipo o azul royal, pois o azul marinho já era considerada uma cor para os mais simples. O vermelho era o mais chic que uma pessoa, ou melhor, um nobre naqueles tempos podia usar, motivo que se deve principalmente pelo pigmento vermelho ser o mais caro de ser obtido na época.
Na Renascença o vermelho era tido como a cor mais linda para vestimentas, tanto para homens como para mulheres, de crianças, jovens, adultos à velhos. Nesta época também vermelho era a cor n.1 para os vestidos de noivas da nobreza européia.


A simbologia da cor vermelha é marcada por dois fatos elementares: vermelho é a cor do sangue, vermelho é a cor do fogo. Em hebraico as palavras sangue “dom” e vermelho “dm” tem a mesma origem. Para os esquimós vermelho significa sangue, traduzido diretamente ao pé da letra da palavra. E como se acreditava antigamente que o sangue curava doenças e fortalecia as pessoas, a simbologia do sangue foi transferida para a cor. Assim na crença popular antiga as pessoas amarravam fitas vermelhas na cintura, nos braços ou nas pernas, para a cura rapida das enfermidades. As fitas vermelhas eram amarradas inclusive nos vinhedos para proteger contra as temidas pragas. Para os bebês não era diferente: costumava-se decorar o lugar onde o bebê dormia de todo vermelho ou de colocar fitas vermelhas amarradas no bercinho ou cestinho.

Em quadros antigos pode se ver muitas crianças e bebês da realeza retratados com uma fita vermelha amarrada na cintura: para dar sorte – era a explicação. Também era costume colocar no bebê recém nascido uma touca vermelha para proteger contra o “olhar do demônio” e o mal olhado das pessoas invejosas. Daí para o bebê sair da maternidade* todo em vermelho hoje em dia foi uma consequência natural.
E por sinal uma linda sequência natural pois, cá entre nós, além do fator sorte, os bebês ficam maravilhosos de vermelho!

*Nota para os que leitores que não são do Brasil:
No Brasil é costume o bebê sair da maternidade com uma roupa especial, que na verdade é que uma roupa bonita que os pais guardam de lembrança deste dia. Geralmente a roupa de sair da maternidade é composta por um macacão, um body e calça de algodão, uma manta e uma touca.



fonte: http://www.iromababy.com.br/blog/2009/04/a-cor-para-sair-da-maternidade/

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Britânica faz tatuagem com cinzas do marido morto

Uma viúva britânica decidiu homenagear o marido morto utilizando suas cinzas para fazer uma tatuagem.

A moradora da cidade de Hull Barbara Peterson, 65 anos, perdeu seu marido, Brian, em julho do ano passado, vítima de câncer.

A viúva diz que a ideia fazer uma tatuagem com as cinzas do marido foi de sua amiga Chris Walker, 67 anos, que viu o procedimento em um programa de TV americano.

Para realizar o trabalho, os tatuadores trituraram as cinzas esterilizadas de Brian até que elas se tornassem uma fina poeira, que foi misturada à tinta utilizada para a tatuagem.

A imagem escolhida por Barbara foi uma flor azul cercada de tranças, que foi tatuada em sua mão direita. Esta foi a terceira tatuagem feita pela britânica.

O gerente do estúdio de tatuagem Body Art, Andrew Jamieson, diz que esta foi a primeira vez em que ele concordou em tatuar alguém com as cinzas de uma pessoa morta.

"Nós sempre tentamos fazer coisas novas", disse ele, que alerta as pessoas para terem cuidado na hora de fazer o mesmo. Jamieson diz que seus conhecimentos de química o ajudaram a realizar o trabalho da maneira certa.

Já Chris, a amiga que deu a ideia a Barbara, usou as cinzas restantes para ter ela mesma uma tatuagem em homenagem a Brian.

"Eu tatuei estrelas na minha mão esquerda. Brian e eu fomos amigos por 40 anos, todos nós sentimos muito a sua falta", diz.


domingo, 10 de abril de 2011

Para onde vão os objetos que se extraviam no correio?







O destino dos objetos extraviados é incerto, pois eles somem por causa de assaltos a carteiros e veículos dos Correios ou por eventuais falhas no fluxo das operações, caindo numa espécie de "limbo" postal. Ou seja, nesses casos, adeus correspondência. Felizmente, isso é tão raro no Brasil que não chega nem a 0,01% do volume total de encomendas. Mas isso não quer dizer que não rolem outros incidentes e trapalhadas, que fazem as cartas e pacotes ficar no meio do caminho. 


Nem pra lá, nem pra cá 
Veja as situações que podem barrar o caminho de pacotes e envelopes 

MUDOU-SE
Imagine que alguém manda uma carta ou pacote para um amigo, sem saber que ele mudou de endereço, e, nesse meio-tempo, também muda de residência. Em situações assim, os Correios não têm para quem entregar a encomenda, que vai para a agência mais próxima, à espera do dono. O prazo de retirada é de até 30 dias, quando envelopes são triturados (para manter o sigilo) e objetos são doados a instituições de caridade

PERFIL FAKE
Como o Orkut, os Correios também estão cheios de usuários fakes. É o caso, por exemplo, de pessoas que fazem compras pela internet com cartões de crédito roubados, dando o endereço de uma casa abandonada ou terreno baldio para a entrega do produto. Em geral, o carteiro desconfia do golpe, e a correspondência fica na agência à espera do dono dentro do processo normal - o dono, claro, nunca aparece...

DROGAS E LAGARTOS
O caráter sigiloso das correspondências é protegido por lei, mas tem gente que abusa e tenta enviar explosivos ou até fazer tráfico de drogas e animais. Por isso, algumas encomendas sempre passam por equipamentos de raio X. Além de maconha e cocaína, já foram encontradas cobras, aranhas e até iguanas nos pacotes! Quando isso ocorre, o caso fica com o Ibama ou a Polícia Federal

NA MÃO ERRADA
Às vezes, são os próprios funcionários dos Correios que aprontam. No Piauí, por exemplo, um carteiro preguiçoso jogava cartas num bueiro. E, na Bahia, um carteiro fazia parte de uma quadrilha de estelionatários, violando envelopes de cartões de crédito e cheques. Nesses casos, além de perder o emprego, o sujeito ainda responde a processo criminal






Por que tem tanto "Silva" no Brasil?



Porque o sobrenome "Silva", além de ser muito usado em Portugal, também foi dado a milhares de escravos trazidos para o Brasil durante o período colonial. Essa é a explicação mais provável, segundo o genealogista Carlos Eduardo Barata, autor do Dicionário das Famílias Brasileiras. Além disso, muitos portugueses que vinham para o Brasil em busca de vida nova adotavam o "Silva" para se beneficiar do anonimato que o sobrenome comum oferecia. A origem dos "Silvas" é controversa, mas tudo indica que o sobrenome surgiu no Império Romano para denominar os habitantes de regiões de matas ou florestas - silva, em latim, é "selva". Muitos desses habitantes se refugiaram do império justamente na península Ibérica (hoje Portugal e Espanha). O primeiro "Silva" a fixar raízes no Brasil foi o alfaiate Pedro da Silva, em 1612. Daí em diante, o sobrenome começou a se espalhar pelo país e não parou mais. Hoje, é impossível saber quantos "Silvas" existem no Brasil já que nenhum órgão oficial tem uma estatística nacional sobre o tema. Porém, tudo leva a crer que "Silva" é, sim, o sobrenome mais comum. Em um levantamento feito especialmente para a ME pela empresa Telefônica, deu "Silva" na cabeça. Entre os 4,6 milhões de assinantes de telefone da empresa na cidade de São Paulo, 295 622 são "Silva". Ainda entre os top 5 estão os "Santos", os "Oliveiras", os "Souzas" e os "Limas".