segunda-feira, 30 de maio de 2011

iPad 3 poderá vir com a tecnologia Retina Display




O CEO da Apple, Tim Cook, esteve na Coréia do Sul para fechar o contrato de fabricação da tela do iPad 3: que será produzida pela Samsung e terá a tecnologia OLED (Organic Light Emitting Display), que hoje é usada em alguns celulares – como o Nexus S – e produz cores mais fortes do que o LCD tradicional. É isso o que afirma uma reportagem do jornal Korea Herald, que cita uma fonte anônima de dentro da Samsung.

A tal tela possui resolução próxima de 300 dpi, nível Retina Display – e poderia concretizar o desejo que a Apple têm de produzir um iPad com essa tecnologia (atualmente presente, em versão LCD, no iPhone 4). O problema é desenvolver um chip de vídeo que seja capaz de gerar, em tempo real, a enorme quantidade de dados necessária para alimentar essa tela – o que, hoje, parece muito difícil. Mas com algum truque de renderização, quem sabe dê. Veremos.


www.superinteressante.com.br

domingo, 29 de maio de 2011

Sugestao de presentes de dia dos Namorados - Jasmine (decoraçao)

 Essa loja é linda demais eu sou super fa!!! tem cada coisa mais linda e diferente que a outra pra decora.

 Essa Loja fica no interior de Sao Paulo, mas vc consegue informaçoes e fotos do produtos atraves do facebook.com/jasminetati ou email: Jasmine.deco@hotmail.com
 tel: 18 39081537 Falar com Tatiana Martins











Sugestao de presentes de dia dos Namorados - Carol Paz Acessorios

Carol Paz Acessórios

Uau.... uma coisa mais linda que a outra, brincos, colares, pulseiras.... a loja é demais  e o atendimento otimo.
Telefone da loja : 3316-3016.
Rua Bancário Rady Gusmão, 42, jatiúca





Entenda a polêmica da proibição das sacolas plásticas

Em março deste ano entrou em vigor a lei que proíbe o uso de sacolas plásticas em Belo Horizonte (MG). Na última semana, foi a vez de São Paulo. A Lei 15.374, sancionada pelo prefeito da cidade, Gilberto Kassab, passa a valer em janeiro de 2012.

A questão é polêmica, já que de um lado estão os que defendem a proibição como a consolidação da consciência ambiental da população e, de outro, os que discordam da medida, como a indústria de materiais plásticos. O Ideias Verdes entrevistou quem entende do assunto a partir de dois ângulos opostos: o Secretário do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, Eduardo Jorge, a favor da proibição, e Miguel Bahiense, presidente da Plastivida (Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos), que argumenta contra a lei.
vend
Você concorda com a proibição e acha que ela deveria ser aplicada em outras cidades do Brasil? Ou não?

A FAVOR DA PROIBIÇÃO: Eduardo Jorge, Secretário de Verde e Meio Ambiente de São Paulo


Você diz que o problema das sacolas está no consumo excessivo. Você acha que esse excesso, que gera o desperdício, é um problema cultural do brasileiro? O início de um processo de conscientização é a proibição?
Não é um problema do brasileiro, isso é um problema universal. Essa consciência é algo recente que vem acontecendo no mundo inteiro. A Lei Municipal de São Paulo não é início da conscientização, é o resultado. Uma câmara municipal de uma cidade como São Paulo só chega a votar um projeto como esse depois que ele amadureceu na própria sociedade. Antes dependia da iniciativa de um comerciante, de uma dona de casa. Agora, passando a ser lei, o processo é mais homogêneo e mais rápido.

A sacolinhas são “inimigas” do meio ambiente?
Ninguém é inimigo do meio ambiente. O problema é o uso inadequado. Tem um ditado popular que diz que “tudo demais é veneno”. Tanto que a lei foi prudente e continuou admitindo o uso da sacolinhas em casos específicos, como nas vendas a granel, em produtos que podem eliminar água, como peixes e carnes… O problema não é a existência da sacolinha. Tudo é uma questão de equilíbrio no “usar”.

Quais os impactos ambientais e econômicos, no curto e no longo prazo, com a proibição em São Paulo?
Faz mais de dois anos que estamos apoiando e acompanhando esse projeto na Câmara Municipal. Não foi um debate simples nem imprudente. Um dos objetivos positivos que se visa com a diminuição do uso das sacolas descartáveis é diminuir o impacto que elas têm nas enchentes da cidade. É claro, a sacola não é a causa única. São muitas causas para uma cidade ter problema de enchente. Com o uso de sacolas que são frágeis, que não são produzidas pra acondicionar lixo, colocada em calçadas, o lixo que se rompe vai para o bueiro, para o rio, e ajuda a provocar enchentes. Um segundo efeito positivo é diminuir a destinação inadequada das sacolas para rios, mares e locais que causam prejuízo à fauna. E finalmente, um efeito importante é que, como ela é um subproduto do petróleo, e o uso do petróleo é uma das principais causas do aquecimento global, você também contribui para a redução do problema do aquecimento global. Uma cidade como São Paulo se calcula que mais de 600 milhões de sacolas descartáveis são usadas por mês. No estado, isso varia de 2,5 a 3 bilhões de sacolas por mês. Para você ver que é uma coisa aparentemente simples, mas toma uma dimensão gigantesca.

E as pessoas que acondicionam lixo doméstico nessas sacolas?
Acondicionam pela própria faltam de informação do poder público. Porque os serviços que tratam de lixo nas cidades mostram que é inadequada o uso dessa sacolinha frágil para o acondicionamento de lixo, principalmente lixo orgânico. Elas se rompem com facilidade, portanto, esse é um uso incorreto, não é recomendado. O Inmetro e os serviços de recolhimento de lixo das cidades indicam o saco plástico próprio para você acondicionar o lixo. Esse saco é produzido com plástico reciclado, tem a resistência adequada pra evitar o rompimento. Nós temos que usar esses sacos específicos. Isso vai custar alguma coisa? Sim. Na minha casa, por exemplo, em que moram 6 pessoas, nós compramos o saco de 50 ml, que vem embalado com 10  unidades, custa 4 reais – cada saco 40 centavos. Nós usamos 2 sacos por semana, 8 sacos por mês: R$3, 2  por mês usando o saco adequado, correto, de uma família média. Os comerciantes, seja uma papelaria, uma farmácia ou supermercado, embutem no preço que você paga nos produtos o saco que ele dá, entre aspas. Ele não vai dar nada de graça. Então a população, seja rica ou pobre, paga os saquinhos que tira no supermercado, na papelaria, na farmácia… e o preço de cada um gira em torno 0,15 a 0,20 centavos. E são saquinhos pequenos. Sai mais barato, a longo prazo, você comprar o saco adequado.

Você acha que a proibição pode gerar um aumento no preço dessas sacolas “corretas”?
Pelo contrário, vai baixar o preço, porque vai ter mais gente comprando. A tendência é baratear ainda mais. E outra coisa importante: a indústria plástica, que fez um lobby tão forte, que parou o projeto durante dois anos aqui na câmara municipal, tem uma visão muito errada, porque eles mesmos é que vão produzir o saco adequado. Então é uma questão de você remanejar a sua produção na indústria e produzir o saco adequado. Mas, mudança de hábito sempre dá um pouco de trabalho de convencer, né?

CONTRA A PROIBIÇÃO: Miguel Bahiense, presidente da Plastiva (Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos)



Quais impactos econômicos que serão sentidos com a proibição das sacolas plásticas?
Os impactos podem ser mais severos do que o esperado. No Brasil, são cerca de 30 mil empregos diretos para quase 250 empresas fabricantes. Mas será em São Paulo, por ser o maior centro consumidor do país, que os impactos serão mais sentidos. São quase 6 mil empregos. Proibi-se um produto sem que haja qualquer alternativa consistente do ponto de vista ambiental, o que vai gerar problemas sociais e econômicos. Embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evite contaminações. Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo, o que irá gerar custo adicional às famílias. Deveríamos banir as sacolas ou promover ações em favor de seu uso responsável? Imagine se baníssemos tudo o que é moderno? Voltaríamos aos primórdios, com baixa qualidade e baixa expectativa de vida e com epidemias que, atualmente, só fazem parte dos livros de história.

Porque as sacolinhas são vistas como “inimigas” do meio ambiente?
As sacolas plásticas são apontadas incorretamente como sendo causadoras de impacto ambiental, quando na verdade o problema não reside nelas e sim no desperdício que gera o descarte incorreto, piorado pela inexistência de sistemas de coleta seletiva de lixo. É muito mais simples culparmos um produto, rotulando-o, incorretamente, de o vilão do meio ambiente, do que olhar para o nosso próprio umbigo e reconhecermos que os nossos erros geraram uma situação problemática com a profusão de sacolas no meio ambiente. Acreditamos que o combate ao desperdício a partir da educação é o caminho para solução. Educar a indústria para fabricar sacolas resistentes de acordo com as Normas Técnicas, conscientizar e educar o varejo a comprar apenas estes produtos e conscientizar o cidadão, orientando-o a só utilizar uma sacola resistente, ao invés de colocar uma dentro da outra, o que gera o desperdício.


Quais as vantagens de continuarmos usando as sacolas plásticas ao invés de sacolas duráveis, como as “ecobags”?
Um estudo britânico verificou o ciclo de vida de sacolas de algodão, ecobags de diversos tipos de materiais, inclusive de plásticos, sacos de papel, papelão e sacolas plásticas tradicionais e biodegradáveis. Das 9 categorias ambientais avaliadas, as sacolinhas comuns tiveram melhor desempenho em 8. Menor consumo de matérias-primas e menor emissão de CO2 foram duas delas. E as ecobags de plásticos, mesmo plástico das comuns, também tiveram ótimo desempenho, comprovando as vantagens ambientais dos plásticos.

A questão do consumo e desperdício de sacolas plásticas no Brasil é um problema cultural? A solução está na conscientização e não na proibição?
De fato é preciso conscientização, pensar no todo. Há a questão da qualidade das sacolas. Quando a sacola é feita dentro da norma técnica, garante uma redução no consumo. Há a questão cultural. O consumidor tem revisto seus hábitos de consumo, mas é a educação ambiental que vai melhor orientá-lo para as questões do reduzir o desperdício, reutilizar o produto e reciclar. Há a questão do descarte. Hoje os grandes centros sofrem com a questão dos lixões e aterros. O ideal seria cada vez mais destinarmos menos produtos aos aterros, por meio da reutilização e reciclagem. São necessárias ações de educação e a visão da necessidade da responsabilidade compartilhada: indústria, varejo, população e governo fazendo cada um a sua parte para adequar a questão do consumo e do descarte. Não é justo e correto proibir o uso de um produto seguro como forma de minimizar as responsabilidades de cada um desses atores.

Como começar um processo de conscientização?
Desde 2008, a Plastivida, juntamente com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF), promove o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que incentiva o consumo adequado dessas embalagens, sem o desperdício. E os resultados são consistentes, e reconhecidos, até mesmo pelo governo federal. Em 2007, o consumo de sacolas era de 17,9 bilhões. Em 2008, passou para 16,4 bilhões, em 2009 para 15 bilhões e fechou 2010 em 14 bilhões. A expectativa para este ano é de que haja a redução no consumo de mais 750 milhões de unidades dessas embalagens, o que representa 26,3% menos de sacolinhas sendo consumidas de 2008 a 2011.
Quando o assunto é a embalagem para se carregar as compras, acreditamos que é direito do consumidor escolher o melhor modo de levar suas compras para casa. Segundo pesquisa Ibope, 71% das donas de casa apontam as sacolinhas plásticas como as preferidas para transportar as compras e 75% delas são a favor do seu fornecimento pelo varejo.


www.superinteressante.com.br

comendo devagar ingerimos menos calorias!!!

Comer devagar, colocando menores porções de comida na boca e mastigando por mais tempo, reduz a ingestão de calorias e, consequentemente, ajuda na perda de peso, diz estudo divulgado em pela Universidade de Wageningen, na Holanda. De acordo com os autores, essa prática faz que as pessoas se sintam satisfeitas mais rapidamente, fazendo-as comer menos. O teste revelou que as pessoas que permaneceram com o alimento na boca por nove segundos ingeriram, em média, 42 gramas a menos.

www.uol.com.br

sábado, 28 de maio de 2011

top five cqc...bom demais!!!!

olha que linda a campanha de Sao Joao da Globo nordeste!!!

Pajuçara Management

O maior evento de gestão empresarial do Nordeste, responsável por palestras com grandes profissionais de experiência nacional e internacional, está pra começar! Dia 1 de Junho dá-se início aos ciclos de palestras e cases famosos e desde de 2009 o Pajuçara Management traz em sua programação o espaço para o mercado Alagoano, criando o “Painel Alagoas”. Para a edição de 2011, novamente duas empresas alagoanas (SOCOCO e Lojas Guido) serão convidadas para estar no palco do Management.

Debate especial sobre Mídias Sociais
Blogs, Orkut, Facebook, Twitter, LinkedIn, Badoo. Esses são alguns exemplos de redes sociais que estão em alta. E, por essas mídias estarem com tudo, empresas de portes diversos estão investindo tempo, esforço e dinheiro nelas.

Era de se esperar tamanho interesse; em 2010, as redes sociais caíram no gosto e no cotidiano popular.
Não foi à toa que Mark Zuckerberg, o criador do Facebook, foi apontado pela revista Time como a personalidade desse ano.
Em meio a essa ebulição de adeptos e acessos, a agência de comunicação integrada The Jeffrey Group realizou o estudo “Empresas e Consumidores nas Mídias Sociais – 2011”. A pesquisa ouviu, por meio de uma amostragem, quase 400 internautas, jovens usuários intensivos da internet e das mídias sociais, adeptos das novidades da tecnologia e da web e influenciadores do comportamento dos demais usuários na web.
Como resultado, 94% dos usuários utilizam canais das mídias sociais da web para expor sua opinião sobre empresas, marcas, produtos e serviços e 77% seguem perfis ou páginas de empresas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Esse resultado aponta para o debate que será mediado pelo publicitário e especialista em Mídias Sociais, André Telles, durante o Pajuçara management 2011. Telles, que também é autor de cinco livros sobre o assunto, vai abordar o tema Revolução das Mídias Sociais durante o evento.
Telles trabalha motivado em mostrar a internet e as redes sociais como oportunidade única para implementar as estratégias de marketing dentro de um ambiente digital extremamente segmentado.
Segundo Telles, hoje há um novo mercado para os profissionais de comunicação e as empresas já tem noção da importância de um trabalho profissional de Social Media Marketing nas diversas mídias sociais presentes no nosso cotidiano. Segundo Telles:
“Sabemos que a grande parte os usuários são jovens com nível superior, que interagem bem com as novas tecnologias. Mas mesmo para quem é a empresa, é preciso ter conhecimentos suficientes de análises de mercado, planejamento, marketing, processo de decisão que fazem diferença na aplicação do ambiente virtual e nas redes sociais”
Essa perspectiva é interessante, pois a pesquisa que referenciamos no início da matéria, apontou que 67% dos entrevistados criticam as empresa que deixam “informações desatualizadas ou insuficientes” nas redes, 48% considerou que “marcas que usam as mídias sociais só para fazer propaganda” incomodam e 45% manifestaram irritação com empresas que não respondem ou respondem de forma insatisfatória a dúvidas, críticas ou comentários postados online pelos consumidores.


fonte: www.espalhai.com  (http://espalhai.tudonahora.com.br/2011/05/pajucara-management-2011-1-de-junho-comeca-vai-perder/ )

por Leonardo Arcoverde

Bate Papo com o DJ Paulo Pringles



Nome completo: PAULO JORGE WARDE FILHO

Nascimento: 15 DE SETEMBRO DE 1981
 
Signo: VIRGEM
 
Apelido para galera: PRINGLES, PAULINHO, URSO, PIG
 
Apelido na família: PAULINHO, LOBOLEO

Pq Paulo pringles: Foi pq eu levava batatas Pringles p/ locutora Tina Roma e outros da Pan p/ eles me conhecerem qdo eu era ouvinte! Qdo entrei lah eles me chamavam de Pringles! Acabei adotando o nome na época que quis ser locutor e tbm para a carreira de DJ!

Defeito: MUITAS VEZES SE ATRASAR COM HORÁRIOS
 
O que é mais importante em uma mulher? BOM HUMOR
 
O que mais gosta de fazer: ESTAR COM OS AMIGOS EM QUALQUER LUGAR
 
E para descansar: MINHA CAMA COM MEU TRAVESSEIRO
 
Uma viagem que vc já fez: REVEILLÓN EM MACEIÓ EM 2010, 2009, 2007
 
Que gostaria de fazer: TOCAR EM BALADAS FORA DO BRASIL
 
Se vc não fosse vc, quem seria: UM PROFESSOR DE INGLÊS

festa mais furada que ja foi: UMA FESTA DE HALLOWEEN NO INTERIOR DE SP
 
melhor lugar que ja tocou: FLEXX CLUB - SP

onde gostaria de tocar: ROCK IN RIO
 
um DJ: DAVID GUETTA
 
do que nao gosta no seu meio: DROGAS
 
melhor balada que conhece: THE WEEK - SP
 
Melhor presente que já ganhou: QUANDO MINHA MÃE CORREU A CIDADE TODA PRA ME
DAR MEU PRIMEIRO DISCO DE VINIL QUE TINHA A MÚSICA "CARELESS WHISPER" DO "GEORGE MICHAEL" EM 1985.
 
O presente mais furado que já te deram: UM LIVRO USADO MUITO RUIM DE AMIGO SECRETO
 
maria pick up: EXISTE DEMAAAIS
 
Uma mania : OUVIR TODAS AS EMISSORAS DE RÁDIO AO MESMO TEMPO
 
Qual seu time: CORINTHIAS
 
Dorme de pijamas: NUNCA
 
Qual Cd que vc nunca deixa de tocar: PINK / ROXETTE / ACE OF BASE / DOUBLE YOU /
NICKI FRENCH

O q te irrita profundamente: FALSIDADE E ARROGÂNCIA
 
Se pudesse voltar no tempo o que mudaria? TERMINARIA MINHA FACULDADE

Primeira coisa quando chega em casa: DOU UM BEIJO NA MINHA VOVÓ
 
como se prepara pra tocar: CHEGANDO CEDO NA BALADA, TOMANDO UMA VODKA, FUMANDO UM CIGARRO, DANDO VOLTAS NO LUGAR DO EVENTO PRA VER QUAL É O PÚBLICO, CONVERSO COM MEU EMPRESÁRIO PRA SABER QUAL SERÁ O ROTEIRO...
 
alguma mania antes de tocar: BEBER E FUMAR
 
Pior dieta q vc já fez: COM REMÉDIOS (ANFETAMINA / FEMPROPOREX)
 
ja teve vontade de ir embora no meio de uma festa: SIM

Como gasta seu dinheiro: ROUPAS, VIAGENS, BALADAS,

Um sonho de consumo não realizado: COMPRAR MEU PRIMEIRO APARTAMENTO
 
Vc mente quando: DIFICILMENTE, MAS MINTO QUANDO SEI QUE A MENTIRA SERÁ "BRANCA" E NÃO VAI PREJUDICAR NADA E NINGUÉM
 
O primeiro beijo: TARDEEEE... AOS 17 ANOS
 
Primeira vez no sexo: COM 18A...
 
Primeiro carro: GOL GERAÇÃO III PRETO COM 19 ANOS QUE COMPREI COM MEU SALÁRIO DA LOJA DE CD QUE EU TRABALHAVA
 
Uma vaidade: NINGUÉM PODE ENCONSTAR NO MEU CABELO, AEHUHEAU
 
Se vc ganhasse na mega sena o que faria ? ABRIRIA MINHA PRÓPRIA RÁDIO E MINHA BALADA
 
Seu maior tesouro? MINHA FAMÍLIA E MEUS AMIGOS
 
Maior alegria da sua vida : REALIZAÇÃO PROFISSIONAL, TRABALHAR NA JOVEM PAN, TOCAR POR TODO O PAÍS, TER O RECONHECIMENTO DO PÚBLICO, TER AMIGOS SINCEROS SELECIONADOS E O AMOR DA MINHA FAMÍLIA 

Uma Frase: MAIS ALEGRIA!!!

Caminhoneiro infla como um balão em acidente na Nova Zelândia




Steven McCormack, caminhoneiro de 48 anos de idade, escorregou e caiu em cima de uma mangueira de ar comprimido que estava acionada e teve seu corpo inflado pelo traseiro. “Não tive escolha, a não ser ficar deitado no chão, enchendo como se fosse um balão. Eu me senti como uma bola de futebol.”, disse Steven ao jornal Daily Record.

O neozelandês estava em cima do caminhão quando escorregou e caiu em cima da mangueira de ar comprimido que alimenta os freios do caminhão. A mangueira se rompeu, perfurou a bunda de Steven e começou a inflá-lo rapidamente. “Eu senti o ar entrando no meu corpo e parecia que eu ia explodir pelos pés. Minha pele ficou parecendo carne de porco assada”, relatou o caminhoneiro.

Steven foi salvo pelos seus colegas Jason Wenham, Ross Hustler e Robbie Petersen, que ouviram os gritos de dor e correram para socorrer o caminhoneiro que estava com a mangueira de ar comprimido na bunda. Eles desligaram a válvula da mangueira e chamaram rapidamente uma ambulância.

O ar que foi injetado no corpo de Steven separou a sua pele do músculo e da gordura. Agora ele se recupera no hospital da cidade de Whakatane, no norte da Nova Zelândia, enquanto o ar continua saindo gradativamente de seu corpo.


fonte: www.virgula.com