sábado, 28 de maio de 2011
a Lacraia Morreu, ja tem tempo, mas pra muitos ainda é novidade
sexta-feira, 27 de maio de 2011
promoçaõ na Loja Riquezas da Amazonia..ate 50%
Novidade quentíssima para vcs...a Loja Riquezas da amazonia que fica na av. amelia rosa, ao lado do frans cafe, esta com promoção em alguns produtos de ate 50% de desconto...eu passei la para conferir e te garanto que as roupas que tem esse descontão estao lindas!!!! vale mesmo a pena dar uma passadinha.
ah!!! tem moda masculina, feminina e acessorios!!!!
cabelo de ex BBB pega fogo durante evento...aff
Um susto na noite da última quarta-feira (25) em São Paulo.
A ex-BBB Janaína acompanhava um desfile de noivas que acontecia no SPA Imperium, quando, sem querer, encostou nas velas de decoração do local e seu cabelo pegou fogo.
Os fios começaram a queimar e houve um certo pânico. Funcionários do SPA correram em diração a ela com toalhas molhadas e controlou o fogo.
Após o susto, Janaína prendeu o seu cabelo e voltou ao desfile.
Segundo a assessoria de imprensa da ex-BBB, não houve maiores problemas. "O cabelo dela continua igual, queimou pouco. Ela não precisou mudar o corte, nem nada", explicou.
A ex-BBB Janaína acompanhava um desfile de noivas que acontecia no SPA Imperium, quando, sem querer, encostou nas velas de decoração do local e seu cabelo pegou fogo.
Os fios começaram a queimar e houve um certo pânico. Funcionários do SPA correram em diração a ela com toalhas molhadas e controlou o fogo.
Após o susto, Janaína prendeu o seu cabelo e voltou ao desfile.
Segundo a assessoria de imprensa da ex-BBB, não houve maiores problemas. "O cabelo dela continua igual, queimou pouco. Ela não precisou mudar o corte, nem nada", explicou.
lançamento So para Pequenos
A loja Só Para Pquenos está com muitas novidades na loja, e uma mais linda que a outra.... da vontande de levar tudo pra casa.... olha essas roupinhas da 1+1 que coisa mais linda!!!
fonte: www.soparapequenos.blogspot.com
segunda-feira, 23 de maio de 2011
JAC já tem mais de 2,5% do mercado em SP e Rio
O desempenho da JAC em seu primeiro mês de vendas mostra que o aumento da participação e o avanço da marca no cenário automobilístico brasileiro é uma questão de tempo. Em abril, a marca chinesa vendeu 2.093 unidades.
Na primeira quinzena de maio, a marca tem 1% do mercado total, mas nas regiões onde está mais presente, a sua participação é maior. Na capital paulista, a JAC vendeu na primeira quinzena de maio 324 unidades, o que lhe garantiu a 11ª. posição no ranking e uma participação de 2,45% do mercado, à frente de marcas que estão há bem mais tempo no mercado, como Mitsubishi, Peugeot e Nissan.
Na cidade do Rio de Janeiro, também na 11ª posição, a JAC tem 2,62% do mercado e está na frente também da Toyota, embora perca para a Peugeot. A maior participação da marca em capitais é em Florianópolis, onde ficou com 2,97% das vendas na primeira quinzena de maio.
Sérgio Habib, dono do grupo SHC, responsável pela importação da JAC, disse que vai encerrar 2011 com 45 mil carros vendidos. É muito. A rede teria que vender de maio a dezembro uma média de 5,3 mil por mês. É muito, mas não duvide disso.
Dezenove, das cinqüenta concessionárias abertas no País estão localizadas na grande São Paulo, única região do País onde a marca está enfrentando a concorrência em condições de disputa semelhantes. E a empresa já mostrou que vai dar trabalho aos concorrentes.
A marca ainda não está totalmente implantada no Brasil. Não está presente em alguns estados importantes e em dezenas de cidades grandes, onde poderá, no futuro, conquistar clientes graças a alto investimento publicitário que está sendo feito em nível nacional.
Em abril, o J3 ficou em terceiro lugar entre os compactos premium - atrás apenas do Ágile (753 unidades) e do C3 (504) - vendendo 475 carros no mês. Vendeu mais do que Fox, Sandero e todos os demais concorrentes diretos.
O sedã J3 Turin ficou em quarto lugar em seu segmento, com 219 unidades vendidas, atrás do City (665), Prisma (572) e Fiesta (327). Mas na frente de Voyage, Corsa, Siena, Logan, Peugeot 207 e Polo.
Na primeira quinzena de maio, a marca tem 1% do mercado total, mas nas regiões onde está mais presente, a sua participação é maior. Na capital paulista, a JAC vendeu na primeira quinzena de maio 324 unidades, o que lhe garantiu a 11ª. posição no ranking e uma participação de 2,45% do mercado, à frente de marcas que estão há bem mais tempo no mercado, como Mitsubishi, Peugeot e Nissan.
Na cidade do Rio de Janeiro, também na 11ª posição, a JAC tem 2,62% do mercado e está na frente também da Toyota, embora perca para a Peugeot. A maior participação da marca em capitais é em Florianópolis, onde ficou com 2,97% das vendas na primeira quinzena de maio.
Sérgio Habib, dono do grupo SHC, responsável pela importação da JAC, disse que vai encerrar 2011 com 45 mil carros vendidos. É muito. A rede teria que vender de maio a dezembro uma média de 5,3 mil por mês. É muito, mas não duvide disso.
Dezenove, das cinqüenta concessionárias abertas no País estão localizadas na grande São Paulo, única região do País onde a marca está enfrentando a concorrência em condições de disputa semelhantes. E a empresa já mostrou que vai dar trabalho aos concorrentes.
A marca ainda não está totalmente implantada no Brasil. Não está presente em alguns estados importantes e em dezenas de cidades grandes, onde poderá, no futuro, conquistar clientes graças a alto investimento publicitário que está sendo feito em nível nacional.
Em abril, o J3 ficou em terceiro lugar entre os compactos premium - atrás apenas do Ágile (753 unidades) e do C3 (504) - vendendo 475 carros no mês. Vendeu mais do que Fox, Sandero e todos os demais concorrentes diretos.
O sedã J3 Turin ficou em quarto lugar em seu segmento, com 219 unidades vendidas, atrás do City (665), Prisma (572) e Fiesta (327). Mas na frente de Voyage, Corsa, Siena, Logan, Peugeot 207 e Polo.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Eu estou na OUsh Brasil
Estou super feliz com o Sucesso da Revista #OushBrasil e agora com minha primeira edição da Coluna #EbomPorque...
Obrigada a Todos!!! Confiram a revvista pelo site http://www.oushbrasil.com.br/ ou pegue a sua nos melhores de Maceio....eu sei que na Minha Branca Saladeria tem!!!!!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
5 acontecimentos inspirados pelo álcool
Nos seus primórdios, a bebida alcoólica era sagrada. “Diversas narrativas contam as origens míticas do vinho como uma gota de sangue dos deuses que choveu sobre a terra de onde brotou uma videira”, escreve o historiador Henrique Carneiro no livro “Bebida, Abstinência e Temperança -- Na História Antiga e Moderna”. O álcool desenvolveu um papel importante e influenciou vários atos de grandes personalidades ao longo da história – bem mais mundanos, porém, do que sua origem sugere. Com a ajuda de Henrique, selecionamos cinco deles para contar para vocês.
1- Fez Alexandre, o Grande matar o melhor amigo e queimar palácios
Na Antiguidade, os macedônios, assim como os gregos, cultuavam Dionísio, o deus do vinho. Para homenageá-lo, como era de se esperar, bebiam. O conquistador Alexandre Magno (ou Alexandre, o Grande) não escapava à regra e também enchia a cara. Depois de ter entornado muitas taças em um banquete, Alexandre discutiu com Cleitus, um de seus generais mais conhecidos, e, puxando uma adaga de um de seus guarda-costas, acabou assassinando o amigo. Quando percebeu que havia assassinado alguém que tantas vezes o havia defendido da morte, Alexandre se arrependeu e tentou se matar, mas foi contido pelos seus guardas. Mas a estupidez não parou por aí. O incêndio de Persépolis, antiga e opulenta capital persa, é atribuído a outra bebedeira de Alexandre. Numa noite em que os macedônios estavam ocupando a cidade, o conquistador ordenou que os palácios do lugar fossem incendiados.
2- Ajudou Anthony Burgess a escrever Laranja Mecânica

O escritor inglês Anthony Burgess se baseava muito em experiências pessoais para escrever seus romances. A cena de estupro em Laranja Mecânica, por exemplo, foi inspirada em um incidente envolvendo sua esposa, que foi assaltada durante a Segunda Guerra Mundial e acabou perdendo o bebê que estava esperando. Para conseguir lidar com esses temas sombrios, que o envolviam e perturbavam tanto, Burgess frequentemente encontrava refúgio no fundo dos copos.
3- Atrapalhou golpes políticos e deu fama a um governante russo
Não eram só os governantes antigos que sofriam com a bebedeira. Os russos, conhecidos pela paixão por uma boa vodca, também tiveram seus momentos. Em 1991, a linha radical do partido comunista russo tentou um golpe final contra a abertura política da então União Soviética, visando tomar o poder. Mas a resistência liderada por Boris Ieltsin, presidente da república russa, foi forte e o golpe deu errado. Mas esse talvez não tenha sido o único fator responsável pela derrota. O elevado consumo de álcool por parte dos conspiradores contribuiu para que não tivessem agido mais decisivamente. “O Livro das Listas” conta que o ex-vice-pesidente soviético Gennady Yanayev, líder do golpe, bebeu horrores durante todo o incidente e foi encontrado num ”esturpor alcoólico” em seu escritório quando o golpe fracassou. E o ex-primeiro-ministro Valentin Pavlov, outro conspirador, admitiu ter bebido desde a primeira noite do golpe.
Mas a influência do álcool no governo russo não parou por aí. Após a fragmentação da União Soviética, Boris Ieltsin subiu ao poder e ficou mais famoso por seus atos bizarros sob o efeito do álcool do que por ter sido o primeiro presidente eleito democraticamente na história da Rússia. Ele tropeçou várias vezes em palanques e escadarias, dançou em público, frequentemente tinha de ser amparado por seguranças porque aparecia cambaleando por aí, fez pronunciamentos falando enrolado, dava cutucões em mulheres em eventos oficiais e até apertou o traseiro de outra durante uma festa beneficente.
4- Fez Walt Disney perder o controle do trenzinho e quase matar as filhas

Se você baseia a imagem que tem de Walt Disney nos fofos desenhos dos seus estúdios, é hora de rever o conceito. Ele, na verdade, bebia feito uma esponja e só tomava tranquilizantes com um copo enorme de uísque. Um dia, bêbado como um gambá, ele inventou de bancar o maquinista da ferrovia em miniatura que havia construído no quintal de sua casa. Você sabe, histórias como essa não podem acabar bem. E foi o que aconteceu: Disney perdeu o controle do trenzinho, arrebentou o muro da casa e acabou indo parar dentro de sua sala, quase matando as pessoas que estavam lá – incluindo suas filhas. Mas vamos combinar que, mesmo correndo risco de vida às vezes, devia ser o máximoter Walt Disney como pai. O cara construiu uma mini ferrovia no próprio quintal!
5- Criou o maior incidente diplomático do Segundo Reinado
O mais grave acidente diplomático do Segundo Reinado no Brasil também foi provocado pelo álcool. Em 1862, três oficiais da marinha inglesa, à paisana e bêbados, provocaram um rebuliço nas ruas do Rio de Janeiro (à época, capital do Brasil) ao se envolver em uma luta corporal com marinheiros brasileiros. Por causa de mulheres, vale lembrar. A polícia portuária levou os ingleses para a prisão, mas os soltou no dia seguinte quando percebeu que eles eram militares. O problema é que o embaixador inglês no Brasil, William Christie, transformou esse simples episódio em um conflito diplomático alegando que a marinha britânica havia sido gravemente ofendida e exigindo punição para os policiais responsáveis pelo incidente. Ele não foi atendido, o que o fez ameaçar tomar medidas extremas. E adicionou à lista de exigências o pagamento das 6.500 libras de indenização por um incidente ocorrido no ano anterior, quando havia desaparecido a carga de um navio inglês naufragado na costa brasileira.
Como D. Pedro II se recusou a atender a tais exigências, Christie apelou para a violência e ordenou ao vice-almirante Warren que bloqueasse o porto do Rio de Janeiro e aprisionasse cinco navios mercantes brasileiros. Então o rei da Bélgica, Leopoldo I, foi chamado para resolver o impasse. Mas, para surpresa geral (ele era tio e conselheiro da rainha Vitória da Inglaterra), a sua decisão foi favorável ao Brasil, determinando que a Inglaterra pedisse desculpas oficialmente e devolvesse os navios aprisionados. Como a Inglaterra não fez nada disso, o Império brasileiro rompeu as relações diplomáticas entre os dois países. Isso é que é ressaca.
1- Fez Alexandre, o Grande matar o melhor amigo e queimar palácios
Na Antiguidade, os macedônios, assim como os gregos, cultuavam Dionísio, o deus do vinho. Para homenageá-lo, como era de se esperar, bebiam. O conquistador Alexandre Magno (ou Alexandre, o Grande) não escapava à regra e também enchia a cara. Depois de ter entornado muitas taças em um banquete, Alexandre discutiu com Cleitus, um de seus generais mais conhecidos, e, puxando uma adaga de um de seus guarda-costas, acabou assassinando o amigo. Quando percebeu que havia assassinado alguém que tantas vezes o havia defendido da morte, Alexandre se arrependeu e tentou se matar, mas foi contido pelos seus guardas. Mas a estupidez não parou por aí. O incêndio de Persépolis, antiga e opulenta capital persa, é atribuído a outra bebedeira de Alexandre. Numa noite em que os macedônios estavam ocupando a cidade, o conquistador ordenou que os palácios do lugar fossem incendiados.
O escritor inglês Anthony Burgess se baseava muito em experiências pessoais para escrever seus romances. A cena de estupro em Laranja Mecânica, por exemplo, foi inspirada em um incidente envolvendo sua esposa, que foi assaltada durante a Segunda Guerra Mundial e acabou perdendo o bebê que estava esperando. Para conseguir lidar com esses temas sombrios, que o envolviam e perturbavam tanto, Burgess frequentemente encontrava refúgio no fundo dos copos.
3- Atrapalhou golpes políticos e deu fama a um governante russo
Não eram só os governantes antigos que sofriam com a bebedeira. Os russos, conhecidos pela paixão por uma boa vodca, também tiveram seus momentos. Em 1991, a linha radical do partido comunista russo tentou um golpe final contra a abertura política da então União Soviética, visando tomar o poder. Mas a resistência liderada por Boris Ieltsin, presidente da república russa, foi forte e o golpe deu errado. Mas esse talvez não tenha sido o único fator responsável pela derrota. O elevado consumo de álcool por parte dos conspiradores contribuiu para que não tivessem agido mais decisivamente. “O Livro das Listas” conta que o ex-vice-pesidente soviético Gennady Yanayev, líder do golpe, bebeu horrores durante todo o incidente e foi encontrado num ”esturpor alcoólico” em seu escritório quando o golpe fracassou. E o ex-primeiro-ministro Valentin Pavlov, outro conspirador, admitiu ter bebido desde a primeira noite do golpe.
Mas a influência do álcool no governo russo não parou por aí. Após a fragmentação da União Soviética, Boris Ieltsin subiu ao poder e ficou mais famoso por seus atos bizarros sob o efeito do álcool do que por ter sido o primeiro presidente eleito democraticamente na história da Rússia. Ele tropeçou várias vezes em palanques e escadarias, dançou em público, frequentemente tinha de ser amparado por seguranças porque aparecia cambaleando por aí, fez pronunciamentos falando enrolado, dava cutucões em mulheres em eventos oficiais e até apertou o traseiro de outra durante uma festa beneficente.
4- Fez Walt Disney perder o controle do trenzinho e quase matar as filhas
Se você baseia a imagem que tem de Walt Disney nos fofos desenhos dos seus estúdios, é hora de rever o conceito. Ele, na verdade, bebia feito uma esponja e só tomava tranquilizantes com um copo enorme de uísque. Um dia, bêbado como um gambá, ele inventou de bancar o maquinista da ferrovia em miniatura que havia construído no quintal de sua casa. Você sabe, histórias como essa não podem acabar bem. E foi o que aconteceu: Disney perdeu o controle do trenzinho, arrebentou o muro da casa e acabou indo parar dentro de sua sala, quase matando as pessoas que estavam lá – incluindo suas filhas. Mas vamos combinar que, mesmo correndo risco de vida às vezes, devia ser o máximoter Walt Disney como pai. O cara construiu uma mini ferrovia no próprio quintal!
5- Criou o maior incidente diplomático do Segundo Reinado
O mais grave acidente diplomático do Segundo Reinado no Brasil também foi provocado pelo álcool. Em 1862, três oficiais da marinha inglesa, à paisana e bêbados, provocaram um rebuliço nas ruas do Rio de Janeiro (à época, capital do Brasil) ao se envolver em uma luta corporal com marinheiros brasileiros. Por causa de mulheres, vale lembrar. A polícia portuária levou os ingleses para a prisão, mas os soltou no dia seguinte quando percebeu que eles eram militares. O problema é que o embaixador inglês no Brasil, William Christie, transformou esse simples episódio em um conflito diplomático alegando que a marinha britânica havia sido gravemente ofendida e exigindo punição para os policiais responsáveis pelo incidente. Ele não foi atendido, o que o fez ameaçar tomar medidas extremas. E adicionou à lista de exigências o pagamento das 6.500 libras de indenização por um incidente ocorrido no ano anterior, quando havia desaparecido a carga de um navio inglês naufragado na costa brasileira.
Como D. Pedro II se recusou a atender a tais exigências, Christie apelou para a violência e ordenou ao vice-almirante Warren que bloqueasse o porto do Rio de Janeiro e aprisionasse cinco navios mercantes brasileiros. Então o rei da Bélgica, Leopoldo I, foi chamado para resolver o impasse. Mas, para surpresa geral (ele era tio e conselheiro da rainha Vitória da Inglaterra), a sua decisão foi favorável ao Brasil, determinando que a Inglaterra pedisse desculpas oficialmente e devolvesse os navios aprisionados. Como a Inglaterra não fez nada disso, o Império brasileiro rompeu as relações diplomáticas entre os dois países. Isso é que é ressaca.
Aquecimento global pode acabar com o pão francês
Já pensou em ter que tirar, para sempre, da sua dieta o delicioso pão francês? Pois um estudo realizado pelos pesquisadores da Science concluiu que, por culpa do aquecimento global, estamos cada dia mais perto dessa realidade.
A pesquisa analisou o impacto das mudanças climáticas nas quatro principais culturas consumidas pela população mundial – trigo, arroz, milho e soja – e concluiu que a produção do trigo é a mais afetada pelo aumento da temperatura: atualmente, ela está 5,5% menor do que se os termômetros não tivessem subido e a tendência é essa porcentagem aumentar junto com a temperatura global.
Sendo assim, a produção de todos os alimentos à base de trigo – como pães, massas e bolachas – sofrerá redução, mas a maior ameaça é à fabricação do pão francês. Isso porque, de acordo com os pesquisadores, a iguaria – também conhecida como cacetinho, média e carioquinha, entre outros nomes, pelo Brasil afora – é uma das que possui maior teor de glúten: uma proteína encontrada na semente do trigo.
Ainda segundo os cientistas, por enquanto, os avanços nas tecnologias de produção estão dando conta de combater os efeitos da natureza e manter o ritmo de fabricação da iguaria, mas, quanto mais a temperatura subir, mais difícil será evitar o desaparecimento do pãozinho francês. Será que, com essa notícia, mais pessoas se animam a lutar contra o aquecimento global?
fonte: Super interessante
A pesquisa analisou o impacto das mudanças climáticas nas quatro principais culturas consumidas pela população mundial – trigo, arroz, milho e soja – e concluiu que a produção do trigo é a mais afetada pelo aumento da temperatura: atualmente, ela está 5,5% menor do que se os termômetros não tivessem subido e a tendência é essa porcentagem aumentar junto com a temperatura global.
Sendo assim, a produção de todos os alimentos à base de trigo – como pães, massas e bolachas – sofrerá redução, mas a maior ameaça é à fabricação do pão francês. Isso porque, de acordo com os pesquisadores, a iguaria – também conhecida como cacetinho, média e carioquinha, entre outros nomes, pelo Brasil afora – é uma das que possui maior teor de glúten: uma proteína encontrada na semente do trigo.
Ainda segundo os cientistas, por enquanto, os avanços nas tecnologias de produção estão dando conta de combater os efeitos da natureza e manter o ritmo de fabricação da iguaria, mas, quanto mais a temperatura subir, mais difícil será evitar o desaparecimento do pãozinho francês. Será que, com essa notícia, mais pessoas se animam a lutar contra o aquecimento global?
fonte: Super interessante
Xuxa e Luciano Huck rebatem crítica de Sandy
No fim de semana, em entrevista à Folha, Sandy se defendeu das acusações de fazer propaganda de cerveja sem gostar da bebida questionando se as pessoas acreditavam que Xuxa realmente usa hidratante Monange e Luciano Huck e Angélica usam Niely Gold.
Respondendo à crítica, Xuxa declarou que não só usa como tem até um hidratante favorito, o azul. E Huck garantiu que jamais associaria a sua imagem a um produto se não confiasse na qualidade dele.
A informação é da coluna Mônica Bergamo publicada nesta quarta-feira (18) na Folha.
fonte: UOL
Respondendo à crítica, Xuxa declarou que não só usa como tem até um hidratante favorito, o azul. E Huck garantiu que jamais associaria a sua imagem a um produto se não confiasse na qualidade dele.
A informação é da coluna Mônica Bergamo publicada nesta quarta-feira (18) na Folha.
fonte: UOL
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